sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O Dia Mundial da Alimentação

Hoje, festejamos o Dia Mundial da Alimentação na nossa escola.
A Nossa turma decidiu confeccionar um arroz seco e filetes de pescada.
Agora deixamos aqui a receita se por acaso quiserem experimentar:
Receita do Arroz:
Começamos por fazer um estrugido (colocar o azeite junto com a cebola) num tacho e deixar refogar bem a cebola, sem queimar.
De seguida deitamos três quilos de arroz, num recipiente para servir de medida,  colocamos no tacho e mexemos bem.
Depois deitamos no tacho, com a mesma medida, desta vez em dobro, a água que já se encontrava a ferver numa panelinha.
Temperamos o nosso arroz com uma mão de sal, louro, alho e por fim com um raminho de salsa.
Deixamos cozer e eis o nosso arroz...
Está com bom aspecto, esperamos também que esteja delicioso.

Depois fizemos os filetes de pescada que já haviam ficado temperados com sal, alho e limão do dia anterior.

Filetes de Pescada

Colocamos os filetes de pescada em farinha de trigo, passamo-los por ovo batido com sal e por fim fritamos os filetes em óleo bem quente.
Estão bem douradinhos... prontos a serem comidinhos....



Visita de Estudo à Adega de Vilarinho

Ontem, dia 13 de Outubro, fomos visitar a adega de Vilarinho.  Fomos recebidos pelo Sr. Agostinho e pelo Sr. Alexandre, que nos guiaram explicaram, com muita paciência e carinho todo o processo que se faz desde a colheita das uvas, passando pelo processo de transformação das uvas em mosto, do mosto em vinho e por fim da rotulagem e engarrafamento do vinho. Tivemos a oportunidade de visualizar as máquinas que efectuam todo este processo.
O Sr. Agostinho começou por explicar que as uvas chegam nos tractores e nas carrinhas, em caixas. Depois são despejadas para uma primeira máquina, onde tem um esmagador que esmaga as uvas e por um dos lados sai a massa das uvas, enquanto por outro lado sai o sarangaço ( pé da uva já esmagado).
Posteriormente, a massa que sai desta máquina, vai por uma mangueira larga, para outra máquina chamada cuba pneumática, onde se comprime a massa com o ar e a transforma em mosto. Este sai daqui e vai passar por outra máquina, que o filtra, para que este saia limpo para as cubas, que são controladas por um quadro automático, onde se controla a temperatura do mosto de cada cuba, até este se transformar em vinho. As temperaturas podem variar de cuba para cuba, sendo que a temperatura ideal do vinho verde é de 14º a 15º. A cuba ainda possui uma camisa de ar frio para retardar o processo e para que o vinho fique mais trabalhado.
Depois do vinho já feito e devidamente tratado,   ser-lhe-á adicionado o gás, que se encontra dentro de numas botijas.
O vinho continua o seu percurso por uns canos de inox até chegar à máquina de engarrafamento. Nesta colocam-se as garrafas viradas para baixo, que serão desinfectadas, para que possam proteger melhor o produto que irá comportar. De seguida, o vinho vai ser colocado nas garrafas. Num dos compartimento da máquina, que tem umas ponteiras, vai-se acertar a quantidade de vinho nas garrafas. Numa outra parte, podemos observar a colocação das rolhas e de seguida das cápsulas, nas garrafas e posteriormente dos rótulos. A seguir, as garrafas vão por um tapete para serem colocadas nas caixas de cartão, que serão fechadas por o último compartimento da máquina, que possui uma fita-cola para lacrar as caixas de cartão. Estas são colocadas em paletes que serão transportadas em camiões para todo o país, bem como para o estrangeiro.
Despedimo-nos do Sr. Agostinho e do Sr. Alexandre e regressámos à escola com a certeza de que foi uma  aula muito produtiva. Gostaríamos de agradecer a estes senhores, por a sua disponibilidade e amabilidade com que nos receberam e explicaram todo este processo de transformação da uva em vinho.
Texto colectivo
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